Rosângela Gundin eleita vice-presidente da ABTms

Rosângela Gundin (esquerda) e Angélica Silva (direita), no 8º CBTms de Gramado (RS)

A nova gestão da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms) tem entre seus membros Rosângela Simões Gundin.

Rosângela, que também é membro do Grupo de Pesquisa Telessaúde e Telemedicina do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), assumiu a vice-presidência da ABTms na última eleição, ocorrida no 8º Congresso Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde (CBTms), em Gramado, Rio Grande do Sul, no mês de novembro de 2017.

Veja a lista completa dos membros da diretoria.

Projeto “Robótica Pela Vida” entre os homologados para o edital de recursos comunicacionais

Protótipo do Robô Labizinho, do projeto “Robótica Pela Vida”

A proposta do Robô Labizinho, do projeto “Robótica Pela Vida” do Laboratório de Telessaúde do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira – IFF, ficou entre as 21 que foram homologadas na modalidade “aplicativos móveis” do edital para o desenvolvimento de recursos comunicacionais.

O aplicativo possui um sistema remoto, envolvendo um tablet e um robô humanoide. A previsão é que esse tablet seja disponibilizado a crianças e adolescentes, de maneira que possam utilizá-lo para comunicarem-se com esse robô.

Confira o edital da homologação das propostas para desenvolvimento de recursos comunicacionais aqui; e também o vídeo do professor César Bastos, pesquisador do LabVad, explicando um pouco mais sobre o projeto, aqui.

Reunião preparatória para o curso de Capacitação Profissional em Telessaúde

No dia 23 de novembro, ocorreu o segundo encontro de preparação para o curso de extensão “Capacitação Profissional em Telessaúde”, no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva – IESC, Cidade Universitária (RJ).

O evento contou com a presença de professores, monitores e coordenadores do projeto, reunidos para ficarem cientes das datas de aula, e também discutir questões importantes a serem planejadas, como: estratégia de divulgação; material a ser utilizado; público-alvo do curso; proposta pedagógica das três unidades de aprendizagem; módulos de avaliação.

O curso é uma iniciativa FIOCRUZ e UFRJ, e tem a coordenação compartilhada de Márcia Gomide (IESC/UFRJ) e Angélica Baptista Silva (IFF/FIOCRUZ).

8º CBTms ocorre de 14 à 17 de novembro, em Gramado (RS)

Será realizado, entre os dias 14 e 17 de novembro, o 8º CBTms – Congresso Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde, no Centro de Eventos FAURGS/UFRGS, localizado em Gramado (RS).

O evento conta com mais de 100 palestrantes em 70 painéis, além da presença do Grupo de Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ, e o intuito é de proporcionar a interação entre profissionais que apresentam um objetivo em comum: promover serviços de saúde mais qualificados por meio da otimização de recursos tecnológicos.

Clique aqui para conferir a programação.

Aplicativo móvel da Fiocruz vence Prêmio Nacional da Biodiversidade

O projeto da Fiocruz Saúde Silvestre e Inclusão Digital: participação comunitária no monitoramento da biodiversidade foi o vencedor da categoria Órgãos Públicos do Prêmio Nacional de Biodiversidade, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente. A segunda edição do evento foi realizada ontem, dia 22 de maio, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, no dia em que se comemora o Dia Internacional da Biodiversidade.

O trabalho vencedor do prêmio tem o objetivo de monitorar a fauna silvestre brasileira em tempo real por meio do aplicativo móvel Sistema de Informação em Saúde Silvestre (SISS-Geo), disponível para celulares e tablets, permitindo a participação de pessoas comuns. O projeto resulta em modelos de alerta precoces e previsão de emergência de zoonoses antes que doenças acometam as pessoas e outros animais e permite ainda a avaliação de impactos sob espécies ameaçadas. O SISS-Geo faz parte do Centro de Informação em Saúde Silvestre (CISS), da Fiocruz. O sistema gera, a partir de registros oriundos do aplicativo, modelos de alertas de ocorrências de doenças na fauna silvestre brasileira. As pessoas podem tirar fotos de animais, fazer seus registros e incluir informações adicionais sobre problemas de saúde ou comportamentos atípicos observados.

Para a coordenadora do projeto, Marcia Chame, vencer o prêmio nacional mostra o quanto a Fiocruz é capaz de trabalhar e se integrar em diversas políticas públicas. De acordo com a pesquisadora, a biodiversidade em saúde tem uma relação grande que se torna mais visível com o passar dos anos. “A Fiocruz tem um papel fundamental nesse processo, no Brasil e no mundo. Hoje temos uma aproximação da Organização Mundial de Saúde com a Convenção da Biodiversidade, que é fruto do trabalho que a Fiocruz vem fazendo ao longo desse tempo. Ganhar um prêmio como esse é o reconhecimento desse trabalho”, afirmou.O trabalho é executado em parceria com o Laboratório Nacional de Comunicação Científica. Para Chame, o diferencial é envolver a sociedade, pois o Brasil é um país extenso e com uma grande biodiversidade, ainda pouco conhecida, e só os moradores desses locais são capazes de ajudar e de fornecer informações ambientais. A pesquisadora destaca que a participação da população conscientiza sobre a conservação da biodiversidade, já que as pessoas passam a conhecer mais, se envolver e a entender que essa é uma relação que faz parte da vida de cada um e que cada um pode fazer parte da ciência com seus conhecimentos e saberes.

Conheça e instale o sistema em seu celular.

Convite para levantamento de problemas e desafios

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O Laboratório de Telessaúde apoia a 1ª Maratona de Desenvolvimento de Soluções Tecnológicas para enfrentamento da Zika e Síndrome Congênita

Se você identificou um problema no cotidiano do seu trabalho, no contexto do enfrentamento ao Zika e Arboviroses e às Síndromes Congênitas, e que pode ser resolvido através do desenvolvimento de soluções tecnológicas, ajude-nos a definir os desafios que serão trabalhados durante a 1ª Maratona de Desenvolvimento de Soluções Tecnológicas para enfrentamento da Zika e Síndrome Congênita! Participe e envie-nos sua colaboração até o dia 26 de maio!

Um hackathon para o combate ao Zika e Síndromes Congênitas

Você deve estar aí se perguntando, o que, afinal, é um hackathon? Um hackathon é uma maratona que reúne programadores, desenvolvedores e especialistas de uma área específica com o objetivo de trabalhar e criar soluções para um determinado desafio. A lógica é de competição, mas o formato é totalmente colaborativo, interativo e dinâmico. Um grupo de pessoas trabalha, durante um período determinado com a finalidade de criar produtos e/ou projetos resolutivos e aplicáveis.

A 1ª Maratona de Desenvolvimento de Soluções Tecnológicas para enfrentamento da Zika e Síndrome Congênita é um hackathon promovido pela Fiocruz Brasília em parceria com o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde, o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia do Senai, o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e a Universidade de Brasília, com a finalidade de desenvolver soluções tecnológicas no contexto do “Controle e Enfrentamento das Arboviroses”, utilizando as diferentes bases de dados disponíveis sobre o tema.

O evento terá um formato um pouco diferente dos hackathons convencionais, que costumam acontecer durante um ou dois dias e apenas reunindo presencialmente as equipes participantes. Portanto, a Maratona terá, sim, uma fase presencial, que acontecerá durante a Feira de Soluções para Saúde – Zika, em Salvador (BA), entre os dias 8 e 10 de agosto. No entanto, haverá outras fases que ocorrerão virtualmente. Além disso, optou-se por um processo inteiramente colaborativo, desde a sua organização. A proposta é que pensar o evento seja um processo que também envolva diferentes atores e especialistas que lidam com o cotidiano do combate ao Zika, Chikungunya e Dengue.

Assim, esta é a primeira etapa da fase de organização: a de levantar, junto aos profissionais, pesquisadores e instituições, problemas relevantes e que por ventura possam ser selecionados para serem tratados nas soluções que serão desenvolvidas neste hackathon. Após esta etapa, iniciaremos as inscrições dos participantes para montagem das equipes, seguida pelas etapas virtuais do evento.

Levantando problemas, escolhendo os desafios

Levantar problemas junto aos técnicos, especialistas, trabalhadores e pesquisadores do Zika e das síndromes congênitas é a melhor forma de qualificar o trabalho de desenvolvimento das tecnologias, tornando-as sustentáveis, aplicáveis e relevantes para as políticas de enfrentamento e ao público atingido. Por isso, a sua participação e colaboração é importante e pode ser uma forma de transformar os seus problemas em soluções.

Esta etapa vai funcionar da seguinte forma:

  1. O período de cadastramento irá ocorrer entre 16 e 26 de maio de 2017.

  2. O cadastramento será feito online através deste formulário.

  3. Você pode cadastrar quantos problemas quiser, mas faça isso em diferentes formulários, tentando, ao máximo, inserir todas as informações que possuir sobre cada proposta.

  4. Ao cadastrar um problema você estará automaticamente concordando que a Fiocruz adapte-o, se necessário, e utilize-o como desafio para o desenvolvimento de soluções na 1ª Maratona de Desenvolvimento de Soluções Tecnológicas para enfrentamento da Zika e Síndrome Congênita.

  5. O cadastro de um problema não garante que este será utilizado como desafio no hackathon.

  6. Os formulários serão avaliados pela equipe organizadora e haverá uma seleção dos desafios que serão utilizados. Os critérios de seleção levados em consideração para a seleção serão: (a) Relevância do problema em relação ao tema da Maratona; (b) Abrangência do problema; (c) Qualidade técnica e disponibilização de dados necessários.

  7. Cadastrar um problema não garante a participação de seu propositor como integrante de uma equipe de trabalho durante o hackathon, a inscrição dos participantes será feita posteriormente, em outro período e formulário a ser divulgado.

  8. Ao compartilhar um problema, seu propositor poderá demonstrar interesse em participar como mentor durante a etapa presencial em Salvador (BA), caso o problema seja selecionado. Entretanto, os custos relacionados à sua participação (deslocamento, instalação e outros) serão de inteira responsabilidade do próprio.

  9. No caso do problema ser selecionado como desafio e sejam desenvolvidas propostas e soluções, o propositor poderá ser convidado, posteriormente à data do hackathon, para acompanhar e monitorar o seu desenvolvimento tecnológico e sua implementação.

  10. É importante esclarecer que as soluções criadas para atender a um dado problema serão desenvolvidas com os dados disponíveis pela Fiocruz e/ou apoiadores do hackathon e, ainda, com dados abertos.

Clique aqui e preencha o formulário de levantamento!

Grupos de Interesse Especial RUTE 2017 – de 17/04 a 24/04

SIG  Telenfermagem – Saúde Mental

Sob a coordenação do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, o grupo promove encontros a partir de discussões sobre a área de Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental. A próxima webconferência será no dia 18/4, das 10h às 12h, com a apresentação da Dra. Paula Cerqueira, do Ipub/UFRJ, sobre a formação de recursos humanos para a saúde mental.

SIG SentinelaFIOCRUZ PARTICIPA

Criado por iniciativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em parceria com o Hospital Sírio Libanês, o grupo promove a atualização de profissionais nos conteúdos ligados à vigilância sanitária no pós-uso e comercialização de produtos e tecnologias de saúde, gerenciamento e gestão de risco. A próxima videoconferência também será no dia 18/4, das 11h às 12h, e traz o tema “A comunicação consciente e seu valor para a segurança do paciente”. O palestrante convidado é Wagner Galletti Valença.

SIG Radiação e Saúde PúblicaFIOCRUZ PARTICIPA

Coordenado pelo Instituto de Energia Nuclear e a Fundação Oswaldo Cruz,  o grupo oferece informação aos profissionais de saúde sobre as aplicações de técnicas radionucleares na sociedade, com a proposta de fornecer educação continuada na identificação e nas ações de saúde, abrindo um canal de debate, considerando os aspectos de diversidade e extensão territorial.A próxima videoconferência será no dia 19/4, das 10h30 às 12h, com a apresentação de Érica de Araújo Lima (IEN), sobre controle de qualidade na produção de radiofármacos.

– Os membros Rute, interessados em integrar qualquer um dos grupos, devem enviar solicitação para sig@rute.rnp.br

-A página dos SIGs do portal Rute também traz informações sobre todos os grupos especiais de interesse: http://rute.rnp.br/sigs;

-Todos os horários deste boletim usam como base o fuso de Brasília.

 

 

Hospital Federal dos Servidores do Estado completa 69 anos com programação intensa

Como o tema “Desafios e Conquistas do Sistema Único de Saúde” serão três dias de conferências, debates e várias atividades. O Núcleo de Telessaúde completa três anos na mesma data, apoiando as múltiplas ações dos serviços desse tradicional hospital de ensino do Governo Federal. Confira abaixo a programação na íntegra:

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